2

fev

DST’s: cuidados no carnaval devem ser redobrados

O Carnaval é, para muitos, um momento apoteótico, esperado durante o ano inteiro. Pulando atrás do trio elétrico ou descansando nas praias ou no campo, porém, é preciso atenção com a saúde. Está é considerada uma das épocas mais favoráveis para a disseminação das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s). Com o uso de álcool e de drogas, comuns durante o carnaval, as pessoas ficam mais dispostas ao sexo casual quando estão descontraídas em lugares muito movimentados. E grande parte acaba cedendo ao impulso e não usa preservativo.

O cenário é ainda mais perigoso para as mulheres. O próprio corpo feminino facilita o desenvolvimento de infecções.

As mulheres são mais vulneráveis tanto ao contágio de doenças, quanto à gravidez. Ela tem muito mais possibilidade de infecção do que o homem porque o aparelho genital interno favorece isso. Além dos fatores fisiológicos, há também as barreiras culturais. A não-popularização da camisinha feminina, por exemplo, torna as mulheres ainda mais vulneráveis na hora de exigir o uso do preservativo.

Ao contrário do que muita gente pensa, as Doenças Sexualmente Transmissíveis podem trazer vários riscos para a saúde. Entre eles estão: esterilidade, aborto, nascimento de bebês prematuros com problemas de saúde, deficiência física ou mental, alguns tipos de câncer e até a morte. Uma pessoa com DST também tem mais chance de contrair outros males, inclusive a Aids.

O que é:
As doenças sexualmente transmissíveis, conhecidas como DSTs, são transmitidas principalmente pela relação sexual vaginal, oral ou anal, através do contato dos órgãos sexuais com a lubrificação vaginal ou com o sêmen.

Principais DST’s:
Candidíase, gonorréia, clamídia, hepatite B, Herpes, Sífilis e Tricomoníase, Aids, entre outras.

Principais sintomas:
Corrimentos abundantes, amarelados ou esverdeados na vagina ou pênis, mau-cheiro nos órgãos genitais, coceiras, feridas, verrugas ou bolhas na virilha, vagina, saco ou pênis, além do ardor ao urinar e dor durante as relações sexuais.

Tratamento e prevenção:
Os tratamentos para as conseqüências causadas pelas doenças sexualmente transmissíveis variam de acordo com cada caso. Quando detectadas logo no início, o tratamento medicamentoso traz bons resultados. Quando o estágio está mais avançado, o prognóstico vai depender da extensão ou da localização da lesão.

O e-DNA é o laboratório referência nos exames de HIV/Aids no Espírito Santo. Por ser um serviço oferecido pelo Tommasi Laboratório, no e-DNA você pode realizar o seu teste de HIV/Aids com total segurança e sigilo.

A coleta do material é feita de forma simples e indolor, basta seguir as instruções do folheto presente no kit que você recebe em sua casa.

Outro diferencial do e-DNA na realização dos exames de HIV/Aids é que você tem o resultado do seu exame em um prazo máximo de 5 dias úteis.

Conheça melhor os serviços do e-DNA no endereço www.e-dna.com.br

Lembre-se: a camisinha é o método mais eficaz contra as DST. Ela não pode ser deixada de lado nunca. O Tommasi Laboratório e o e-DNA apoiam esta idéia.

16

jan

O e-DNA realiza testes de gravidez?

Não. O e-DNA é o primeiro laboratório online do Brasil que realiza exames de DNA (paternidade e/ ou maternidade), hepatite B e hepatite C (Anti HBV e Anti HCV) e HIV/Aids.

Para a realização dos exames o e-dna utiliza apenas amostras de sangue ou saliva. Vale ressaltar que um exame de DNA tem 99,99% de certeza, ou seja, quase 100%. O teste de paternidade é realizado por um sistema validado internacionalmente, que inclui a comparação de no mínimo 13 regiões polimórficas do DNA analisadas por seqüenciadores de última geração.

O e-DNA realiza exames com absoluto sigilo e segurança, por um preço acessível.

Saiba mais sobre os exames do e-DNA.

6

jan

Exame de DNA com os envolvidos morando em estados diferentes

Com o método de realização de exames online proposto pelo e-DNA, é possível que pessoas que moram em diferentes estados brasileiros e até no exterior realizem exame de DNA com a mesma precisão dos testes feitos com amostras de sangue ou saliva coletadas no E-dna.

Para proporcionar total discrição do serviço, o kit do e-DNA é entregue via Sedex e não possui nenhum tipo de identificação externa.

Vale ressaltar que o valor pago pelo usuário inclui, além dos kits para coleta, as despesas postais necessárias para o envio das amostras ao laboratório.

Saiba mais sobre teste de DNA online.

1

dez

Qual é o período de janela imunológica do HIV?

Para esclarecermos esta dúvida é importante explicar o que é janela imunológica.

Janela Imunológica do HIV é o intervalo de tempo entre a infecção pelo vírus da aids e a produção de anticorpos  para combater o vírus HIV no sangue. Esses anticorpos são produzidos pelo sistema de defesa do organismo em resposta ao HIV e os exames irão detectar a presença dos anticorpos, o que confirmará a infecção pelo vírus.

O período de identificação da contaminação pelo vírus depende do tipo de exame (quanto à sensibilidade e especificidade) e da reação do organismo de cada pessoa. Na maioria dos casos, a sorologia positiva é constatada de 30 a 60 dias após a exposição ao HIV. Porém, existem casos em que esse tempo é maior: o exame realizado 120 dias após a relação de risco serve apenas para detectar os casos raros de soroconversão – quando há mudança no resultado.

Se um teste de HIV é feito durante o período da janela imunológica, existe a possibilidade de apresentar um falso resultado negativo. Portanto, recomendamos esperar mais 30 dias e fazer o teste novamente.

É importante que, no período de janela imunológica, a pessoa sempre faça sexo com camisinha e não compartilhe seringas , pois, se estiver realmente infectada, já poderá transmitir o HIV para outras pessoas.

Lembre-se: a prevenção é o melhor remédio!

Caso haja novas dúvidas deixe sua pergunta em nosso Formspring que responderemos em breve.

29

nov

Tire suas dúvidas sobre os tipos sanguineos e suas combinações

Neste artigo abordamos as Tipagens Sanguíneas. Temos percebido a carência de informações dos leitores a respeito deste assunto, gerando por consequência muitas perguntas em nosso formspring. Deste modo, respondemos a todas as dúvidas, para que os leitores que ainda tenham dúvida possam saná-las. A seguir mostramos apenas as combinações possíveis e impossíveis de acontecer.

Mãe (A+) + Pai (A+) = Filho (O+)
POSSÃVEL. Pode ocorrer sim, desde que o pai e a mãe sejam heterozigotos (Aa), ou seja, os dois tenham o gen para O Rh positivo.

Mãe (O+) + Pai (O+) = Filho (A+)
IMPOSSÃVEL. O tipo sangüíneo do filho deve ser confirmado ou confirmar o de seus pais, pois a combinação de duas pessoas com o tipo sangüíneo O só pode resultar em indivíduos do tipo O.

Mãe (O+) + Pai (B+) = Filho (A+)
IMPOSSÃVEL. As possibilidades dessa combinação são filhos do tipo “B†ou “O†e “B†dependendo se a pessoa é homozigota ou heterozigota em relação ao tipo sanguineo “Bâ€.

Mãe (A+) + Pai (B-) = Filho (O + / -)
POSSÃVEL. Em termos genéticos, tipo A e B, são de fato A e O e B e O, sendo que ao se formar os gametas (óvulo e espermatozóide) podem ocorrer o encontro de O e O e desse modo a criança terá o tipo O.

Mãe (A+) + Pai (O+) = Filho (B+)
IMPOSSÃVEL. Se a tipagem sanguínea estiver correta, as possibilidades é deste casal ter um filho do tipo A ou O.

Mãe (O+) + Pai (O+) = Filho (A+)
IMPOSSÃVEL. É necessária uma confirmação do tipo sanguíneo do casal e do filho, pois pais com sangue O só podem gerar filhos também O. Nestes casos A e B são impossíveis. No entanto, é importante alertar que podem acontecer erros na tipagem sangüínea.

Veja na tabela abaixo de fácil compreensão todas as combinações possíveis.

Em casos extremamente raros, acontece um fenômeno chamado de Fenótipo Bombaim, na qual pessoas que possuem â€Aâ€, “Bâ€, ou “ABâ€Â  expressam o grupo sanguíneo “Oâ€. Saiba mais sobre o Fenótipo Bombaim aqui.

5

nov

Exame de DNA apenas por coleta de sangue ou saliva

Temos recebido em nosso canal de comunicação no Formspring muitas dúvidas referentes aos exames de DNA e quais materiais são utilizados para realizá-lo. Os questionamentos se referem a coleta de sangue, de saliva ou a utilização do fio de cabelo.

É importante esclarecer que o e-DNA realiza exame de paternidade apenas por coleta de sangue e saliva. O teste de paternidade por bulbo capilar é utilizado apenas em casos criminais.

Ao solicitar um exame de DNA online, através do nosso site, você receberá um Kit. Neste, existirá uma haste, muito parecida com um cotonete no qual você coletará saliva e resíduos celulares de dentro da sua boca. Após esta coleta, o material deverá ser enviado ao Laboratório da E-DNA, onde será realizado todo o teste.

Sempre lembrando que todo o procedimento do exame de DNA online é mantido em absoluto sigilo e em total segurança para você.

Saiba mais sobre teste de DNA online.

31

out

Anvisa libera uso de novo medicamento contra hepatite C

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou que o uso de telaprevir, medicamento é considerado a nova esperança de cura para os portadores do vírus da hepatite C, está liberado no Brasil.

O medicamento aumenta as chances de cura em até 79% em pacientes infectados pelo genótipo 1 do vírus HVC. No Brasil, estima-se que dois a quatro milhões de pessoas tenham algum tipo de hepatite C.

No momento,  o telaprevir passa por aprovação de preço pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CEMED). Devido ao caráter de emergência, o medicamento está figurado na categoria fast track, quando há uma necessidade extrema para que logo os pacientes tenham acesso.

Tal emergência é dada em virtude dos benefícios que o produto trará para as pessoas que estão em tratamento.  O caráter fast track também foi considerado pela Anvisa, pois a previsão de aprovação era somente para 2012. A previsão é que até o final deste ano, o telaprevir faça parte do coquetelde medicamentos do SUS para o combate ao vírus da hepatite C.

Considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) um problema de saúde pública, a hepatite C crônica pode trazer consequências graves para os pacientes e para o sistema de saúde pública. Mais de 170 milhões de pessoas estão infectadas com o vírus HVC em todo o mundo e muitos não sabem que têm a doença, o que revela a necessidade de aumentar a taxa de diagnóstico por meio da sorologia.

No Brasil, estudos demonstram uma prevalência de 1% a 2% da população, com estimativa entre dois a quatro milhões de infectados.  Apesar de ser uma doença lenta e com sérias conseqüências, se o tratamento for eficaz, pode evitar o risco de morte em função dos danos no fígado tais como cirrose hepática, insuficiência e até mesmo o câncer de fígado.

O e-DNA é referência nos exames de hepatite B e hepatite C.

25

out

HPV atinge 50% da população mundial

Quando pensamos nas Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST´s), a primeira que nos vêm à cabeça é a AIDS. Contudo, algumas outras acabam passando despercebidas, como é o caso do HPV (Vírus Papiloma Humano) que, segundo dados do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia das Doenças do Papilomavirus Humano (INCT-HPV), é a doença sexualmente transmissível mais comum no mundo e as estimativas são de 50% da população sexualmente ativa tenha sido infectada pelo vírus.

As mulheres são as maiores vítimas e muitas não sabem que a prevenção é a melhor forma de evitar o contágio por meio do contato sexual. Para o Dr. Flavio Zucchi, ginecologista e médico docente da Unifesp, o exame papanicolau é o primeiro passo para diagnosticar e iniciar o tratamento, caso a paciente esteja infectada. Aquelas que possuem uma vida sexual ativa devem submeter-se ao exame uma vez por ano, para garantir a prevenção. O especialista comenta que os sintomas do HPV são silenciosos e um dos primeiros indícios é o surgimento de verrugas na região genital e deve ser tratado imediatamente. Do contrário, pode evoluir para o câncer do colo do útero.

Ainda segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer do colo do útero é o segundo tipo da doença mais comum entre as mulheres e o HPV é o grande responsável pela maioria dos casos.

Uma opção ao tratamento são as revolucionárias vacinas contra o vírus, mas não estão disponíveis na rede pública de saúde do País, sendo aplicadas apenas em clínicas particulares. Criada há pouco mais de três anos, o Dr. Zucchi explica que a vacina quádrupla (que protege as mulheres de quatro tipos de HPV), garante imunidade de, no mínimo, 10 anos. Ela consiste em três aplicações e custa, em média, 900 reais, mas não está acessível para grande parte da população. “Infelizmente, a maioria das mulheres não dispõe desse valor para vacinar-se, pois é o melhor tratamento existente contra a doençaâ€, informa. O médico esclarece ainda uma questão que gera dúvidas entre a população: o HPV tem cura? Sim, mas o vírus estará sempre no organismo.

Outro fator preocupante é que o número de homens diagnosticados com a doença vem crescendo nos últimos anos. Para eles, o método que constata a presença do HPV é a peniscopia. Porém, o especialista afirma que não existem muitos laboratórios que realizam esse tipo de exame, tornando difícil a identificação do problema.

O uso de preservativos nas relações sexuais ainda é medida fundamental para a proteção contra o HPV. O Dr. Zucchi alerta que além das mulheres, os jovens figuram dentre os maiores infectados, pelo fato de iniciarem a vida sexual cada ano mais cedo e não se preocupam em se proteger de doenças. “O risco é maior entre os mais novos porque, além de não utilizarem preservativos, a troca de parceiros aumenta em 15% a chance de contágioâ€, ressalta.

Fonte: Bonde Online

19

out

Novo chip pode baratear e facilitar o monitoramento do HIV

Um novo chip microfluídico concebido no California Institute of Technology (Caltech), Estados Unidos, pode tornar possível a monitoração da carga viral do HIV e de outras infecções virais mais simples. Desenvolvida pelo laboratório do cientista Rustem Ismagilov, a tecnologia promete baratear o procedimento, tornando-o acessível a um número maior de pessoas. A medição de carga viral é uma das técnicas que os médicos usam para monitorar a eficácia de tratamentos de HIV em seus pacientes. Um aumento na carga viral pode ser um aviso de que as drogas receitadas para o combate do vírus não estão surtindo efeito, ou de que o vírus se tornou resistente ao medicamento, indicando que o paciente deve ir para um tratamento diferente.

Porém, em locais com poucos recursos, esse tipo de medição ainda é muito caro, e seus equipamentos são pesados, dificultando assim as doações dos dispositivos. E a solução através de um simples chip poderia resolver esses dois problemas, já que o custo é consideravelmente menor e o seu transporte mais prático. Além disso, o chip pode ser útil para detectar outros tipos de testes genéticos.

O chip utiliza um novo padrão de análise da carga viral, chamado PCR, que faz com que a contagem seja muito mais precisa. Usando um identificador microfluídico, a amostra de sangue é dividida em milhares de pequenas porções, até que ela fique do tamanho de uma molécula. Quando as moléculas são amplificadas, os resultados se tornam “bináriosâ€, com cada pedaço identificado como positivo e negativo, tornando possível assim a análise do nível de infecção do HIV.

Cada carga viral do HIV pode, por exemplo, variar de 50 a 1 milhão de moléculas por mililitro de sangue. Esse tipo de teste é capaz de lidar com um grande número de moléculas, sendo sensível o suficiente para contá-las com precisão. A técnica se baseia no SlipChip, um dispositivo simples para detecção de material microfluídico, desenvolvido pelo próprio Ismagilov. Duas folhas sobrepostas ou slides de plástico acondicionam uma amostra de fluido injetado. Elas então são levemente giradas, para separar o líquido.

Os testes recentes foram feitos para análise de carga viral para casos de HIV e Hepatite C. Os chips também podem ser projetados para realizar múltiplos testes, ou medir várias amostras diferentes, demonstrando assim a sua flexibilidade. Hoje, ouros dispositivos são necessários para ouras fases da preparação e análise do PCR, mas o objetivo dos pesquisadores é desenvolver um chip que seja capaz de realizar todas as etapas da análise.

Fonte: techtudo

10

out

PLANO GLOBAL PARA ELIMINAR NOVAS INFECÇÕES POR HIV/VIH EM CRIANÇAS ATÉ 2015 E MANTER SUAS MÃES VIVAS

O Plano Global foi construído por meio de um processo de consulta com uma Força Tarefa Mundial de alto nível convocada e presidida conjuntamente pelo Diretor Executivo do UNAIDS/ONUSIDA, Michel Sidibé, e o Coordenador Global de AIDS/SIDA dos Estados Unidos, embaixador Eric Goosby. O processo de consulta reuniu 25 países e 30 organizações da sociedade civil, do setor privado, de redes de pessoas vivendo com HIV/VIH e de organizações internacionais para traçar um roteiro para poder alcançar esta meta até 2015.

Este plano abrange todos os países de rendas baixa e média, mas tem enfoque nos 22 países com as maiores estimativas de gestantes vivendo com HIV/VIH. Fazem-se necessários esforços excepcionais globais e nacionais nesses países onde moram quase 90% das gestantes que vivem com HIV/VIH e precisam de serviços.

Esforços intensificados também se fazem necessários para apoiar os países com baixa prevalência do HIV/VIH e epidemias concentradas para que alcancem todas as mulheres e crianças sob risco de infecção pelo HIV/VIH com os serviços que precisam.

O Plano Global apoia e reforça o desenvolvimento de planos nacionais custeados liderados pelos países:

Ãfrica do Sul, Angola, Botsuana, Burundi, Camarões, Chade, Costa do Marfim, Etiópia, Gana, Ãndia, Lesoto, Malaui, Moçambique, Namíbia, Nigéria, Quênia, República Democrática do Congo, República Unida da Tanzânia, Suazilândia, Uganda, Zâmbia e Zimbábue.

Fonte: unaids.org

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